Paróquia São José do Jardim Europa

Artigos › 10/10/2016

Que o trabalho não destrua a família

O trabalho dignifica o ser humano e é o meio para proporcionar o bem-estar material à família. Mas nem sempre é fácil, para o homem e para a mulher, chegar a esse equilíbrio trabalho-família, levando em consideração as exigências do mundo empresarial do mundo de hoje.

As seguintes recomendações pretendem servir de reflexão sobre o negócio mais importante da vida: a família.

Ser eficientes durante o horário comercial: durante a jornada de trabalho, é preciso dedicar a ela toda a concentração e empenho possíveis, de maneira que sejam as horas mais produtivas possíveis e, assim, poder terminar tudo e tempo de ir para casa com calma.

Estabelecer limites e prioridades: a família é o cliente mais importante; portanto, deve ocupar seu lugar na agenda com caráter prioritário e sem opção de ser trocada por assuntos do trabalho.

Para garantir que este compromisso seja inamovível, sugere-se estabelecer encontros com data e hora, como se fosse um compromisso profissional. Isso envolve, além disso, aprender a defender este espaço; muitas vezes, será preciso saber dizer “não” a eventos ou convites que não são determinantes para a vida profissional e, ao contrário, são de grande proveito no lar.

Não levar trabalho para casa: somente em circunstâncias extremas, que o exijam. É preciso aprender a concluir as tarefas laborais para poder curtir a família, sobretudo nesta era das comunicações, na qual é preciso saber “desconectar-se”: desligar o celular, não ficar revisando e-mails, afastar-se um pouco do computador, para não acabar deteriorando o espaço familiar.

Compartilhar os triunfos e as fracassos: não é justo chegar ao lar mal-humorado devido às dificuldades do trabalho. O cônjuge é um apoio e a pessoa mais indicada para escutar e talvez dar um conselho quando estas situações se apresentam, mas sempre com respeito, confiança e amor.

Contar ao cônjuge sobre as preocupações do trabalho: grandes ou pequenos, elas podem tirar o sono; contar ao cônjuge sobre tais dificuldades permitirá que a compreensão e a empatia fluam no casal, evitando, assim, muitos conflitos. É preciso levar em consideração que, diante de um comportamento agressivo ou retraído sem explicações, a imaginação não demora em começar a voar…

Estar em casa de corpo e alma: alguns pais caem no erro de chegar em casa para assistir televisão ou ficar navegando na internet. Quando se está em casa, é preciso dedicar tempo de qualidade, tanto ao cônjuge como aos filhos. O jantar, por exemplo, é um momento especial para que todos estejam juntos à mesa e comentem as experiências que cada um viveu no dia.

Se não é possível ter uma refeição diária juntos, é preciso buscar outro espaço que permita o diálogo e o lazer em família. O importante é evitar que todos cheguem em casa e fiquem trancados nos respectivos quartos. Cuidado: é preciso lutar por ser uma família “unida”, e não uma família apenas “junta”.

Tempo a sós com o cônjuge: este não é apenas um conselho, mas o resultado de diversas pesquisas que demonstram que um encontro semanal com o esposo(a), sem filhos nem distrações, une o casal e o fortalece – e isso acaba sendo benéfico para os filhos também.

Por Lafamilia.info via Aleteia

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