R. Dinamarca, 32 (esquina com a R. Áustria) Jardim Europa
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Horários de Missas
Segunda-Feira: 7h
Terça à Sexta-feira: 7h, 8h e 17h
Sábado: 7h30 e 15h
Domingo: 7h30, 10h, 12h, 17h e 19h

Horários de Missas

Segunda-Feira: 7h
Terça à Sexta-feira: 7h – 8h – 17h
Sábado: 7:30h – 15h
Domingo: 7:30h – 10h – 12h – 17h – 19h

Missas Individuais de 7º, 30º dia e 1 ano: Segunda à Sexta- Feira: 9h – 10h – 11h – 12h (Marcar na secretaria)

Após a missa das 8h tem a Oração do Terço seguida das orações que estão no livro de cantos da Igreja na  pag I. É um encontro informal no sentido de que se reúnem algumas pessoas que assistiram à missa  e permanecem para rezar o Terço.

Às sextas-feiras após à missa das 8h tem o Cenáculo do Movimento Sacerdotal Mariano, que consiste na reza do Terço e orações com a leitura de uma mensagem do livro  de mensagens em forma de locução interior de Nossa Senhora ao Padre Gobbi. É feita a meditação da mensagem seguida da consagração na forma pedida por N Sra e o cântico do Cenáculo.

A Santa Missa

Na Missa, os católicos celebram o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, recordando a Última Ceia, na qual Jesus reuniu Seus apóstolos, durante a Páscoa do ano de Sua morte. Normalmente, aquela ceia seguiria o ritual das ceias cultuais judaicas, nas quais o hospedeiro tomava um pedaço de pão, erguia-o um palmo acima da mesa e dizia uma breve oração antes de dividi-lo com todos. Na Páscoa, para assegurar as graças divinas, a ceia incluía o sacrifício de um cordeiro. Jesus, porém, tomou o pão, partiu-o e disse: “Tomai, comei. Isto é o Meu Corpo que será entregue por vós”, colocando-Se no lugar do cordeiro. No fim da ceia, Jesus tomou o cálice de vinho e o abençoou, dizendo: “Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado em favor de muitos para remissão de pecados”. Ao falar “Nova Aliança” (o mesmo que Novo Testamento), Jesus quis afirmar que não valia mais a Antiga Aliança (ou Antigo Testamento), pela qual Deus escolhera apenas o povo de Israel para ser o Seu povo. A Nova Aliança estabelecia uma nova relação entre Deus e os homens, segundo a qual todos os povos seriam chamados a ser filhos de Deus. Jesus terminou com a frase “Fazei isto em memória de mim” para deixar marcada no coração dos homens essa mudança, de uma forma especial.

Com isso, instituiu-se o sacramento da Eucaristia, que é o ritual central da Missa e a memória da paixão de Cristo. Nele, por meio da comunhão, mostramos nossa gratidão por poder partilhar a presença do Pai, do Filho e do Espírito Santo e revivem-se todos os momentos da memorável refeição de Jesus com os apóstolos, com o mesmo sentido de fraternidade.

A Missa apresenta quatro partes distintas. A primeira consiste dos Ritos Iniciais, marcando a chegada e a reunião de todos os convidados em torno da mesa. A segunda parte, uma animada conversa entre amigos que se encontram, é a Liturgia da Palavra, o alimento espiritual, a palavra de Deus – a Boa Nova que Jesus pregava. A terceira parte é a Liturgia Eucarística, o coração da Missa, que revive o mistério pascal de Cristo, ou seja, Sua morte e ressurreição. Com a consagração feita sobre o altar, a hóstia adquire as propriedades do corpo de Jesus, e os fiéis, como fizeram os apóstolos, tomam seu alimento sólido (o pão, agora em forma de hóstia) e podem tomar o vinho, seu alimento líquido (em muitas ocasiões o celebrante imerge a hóstia no cálice de vinho antes de oferecê-la ao fiel), ressurgindo com Cristo para uma nova existência. A quarta e última parte, a bênção e a despedida dos Ritos Finais, tem o mesmo sentido da bênção dada por Jesus a seus discípulos após Sua ressurreição: que apregoassem pelo mundo a palavra de Deus.

Por que celebrar missas de sétimo dia, um ano de falecimento?

Nunca é demais insistir na importância de se orar pelos falecidos. Essa oração é um gesto de fé, um gesto de amor e um gesto de esperança. Fé na vida que começa com a morte, fé na comunhão dos santos, na ressurreição da carne e na vida eterna. Sem essa fé, a oração pelos mortos não teria sentido, não é mesmo? Se para nós morreu, morreu. Se para nos morreu acabou tudo. Não para nós abençoados pelo gracioso dom da fé em Cristo. O sétimo dia está ligado ao fato de Deus ter feito o mundo em seis dias e no sétimo ter descansado. A missa no trigésimo dia faz uma referência ao mês de luto que Israel guardou pela morte de Moisés, e a missa de um ano de falecimento seria uma forma de testemunharmos que, assim como o aniversário natalício é comemorado de ano em ano, o dia da morte também pode ser comemorado porque significa o dia em que a pessoa morreu para este mundo e entrou na plenitude da vida junto de Deus. Um ano no esplendor da vida eterna, na casa do Pai.
É bom lembrar, que não importa o dia certo para testemunharmos nosso amor pelos nossos entes queridos que passaram para a vida eterna. O amor não marca dia. É o coração que deve ditar os momentos de orarmos por eles.
”Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João3:16